quarta-feira, 6 de maio de 2026

Ipatinga inicia implantação de equipamentos de fiscalização eletrônica para reduzir acidentes no trânsito

 
Ação começa nesta semana e integra o Programa IpaMove, com expansão prevista para diversas vias da cidade

A Prefeitura de Ipatinga começa, a partir da próxima quinta-feira (07), a implantação do sistema de fiscalização eletrônica nas vias do município, como parte de um conjunto de ações voltadas à melhoria da segurança no trânsito e à redução de acidentes.

Os novos equipamentos utilizam tecnologia moderna para fiscalizar infrações como excesso de velocidade, avanço de sinal vermelho e desrespeito à faixa de pedestres - condutas que figuram entre as principais causas de acidentes no município - permitindo o monitoramento em pontos críticos, com o objetivo de coibir irregularidades, disciplinar o trânsito e contribuir para a redução do número de ocorrências.

A iniciativa ganha relevância neste período em que o município participa do movimento Maio Amarelo, campanha internacional de conscientização para a redução de acidentes de trânsito. A proposta é mobilizar a sociedade e reforçar que a segurança viária depende tanto de fiscalização quanto de mudança de comportamento.

A escolha dos pontos de instalação dos equipamentos foi orientada por análise técnica dos registros de acidentes, com priorização de locais que apresentam maior concentração de ocorrências dentro da malha viária sob responsabilidade do município. Nesse contexto, destacam-se importantes corredores urbanos, como a Avenida Selim José de Salles e a Avenida Simon Bolívar, que, em razão do elevado volume de tráfego, figuram entre as vias com maior incidência de registros. Ressalta-se, ainda, que rodovias federais que atravessam o território municipal, como a BR-381 e a BR-458, também integram o contexto geral de mobilidade e segurança viária da cidade, embora não estejam sob circunscrição direta da Administração Municipal.

Os dados recentes acendem um forte sinal de alerta. Em 2024, foram registrados 4.470 acidentes em Ipatinga, sendo 1.463 com vítimas. Em 2025, houve um aumento significativo, com 5.121 acidentes, dos quais 1.514 com vítimas, indicando maior pressão sobre o sistema viário e os serviços de saúde. Em 2026, o cenário segue preocupante: já são 1.207 acidentes registrados, sendo 329 com vítimas, ainda nos primeiros meses do ano. O ritmo das ocorrências permanece elevado e reforça a necessidade imediata de medidas mais rigorosas de fiscalização e conscientização para conter o avanço dos acidentes e preservar vidas.

Com a implantação do sistema, a expectativa é induzir maior respeito às normas de trânsito, reduzir comportamentos de risco e contribuir diretamente para a preservação de vidas. A fiscalização eletrônica, nesse contexto, atua como ferramenta de controle e também de educação, em alinhamento com os princípios do Maio Amarelo.

A iniciativa integra o programa IpaMove, estruturado como eixo de modernização da mobilidade urbana do município, articulando intervenções em diferentes frentes de gestão do sistema viário. Entre as ações em curso, destacam-se a implantação da fiscalização eletrônica, a modernização da sinalização viária, a atualização e sincronização dos sistemas semafóricos e a renovação da frota do transporte coletivo, além da futura implementação do novo sistema de estacionamento rotativo, concebido como instrumento de ordenamento do uso do espaço público e de racionalização da circulação em áreas de maior demanda.

A Prefeitura de Ipatinga reforça que a efetividade da medida está diretamente associada à conduta dos usuários do sistema viário, de modo que o respeito à sinalização, aos limites de velocidade e à prioridade dos pedestres constitui a principal forma de prevenção de acidentes, ao mesmo tempo em que reafirma seu compromisso com a ordem, a segurança e a qualidade de vida da população, pautando sua atuação na conscientização e no cumprimento das normas de trânsito como vetores essenciais para a redução de sinistros.

terça-feira, 5 de maio de 2026

Presidente do Interact Club Morumbi apresenta projetos aos rotarianos

Foto: Maria Clara, presidente do Interact Morumbi

A presidente do Interact Club Morumbi, Maria Clara Santana, esteve presente na reunião do Rotary São Paulo Morumbi desta segunda feira, 04/05, para falar dos projetos do Interact.

Maria Clara explicou como funciona o projeto ‘VOCACIONAL” que está sendo realizado no Teatro Paulo Eiró (Santo Amaro).

“Tendo como meta despertar a arte que existe em Cada jovem criamos o projeto Vocacional chegou”, – disse Maria Clara, acrescentando que “ O Interact Club Morumbi está convidando os jovens para uma experiência única de expressão, conexão e autoconhecimento” .

“Há momentos na vida em que precisamos de um espaço seguro para soltar a voz, expressar nossas emoções e descobrir novos caminhos — e é exatamente isso que o Programa Vocacional de Teatro oferece”, explicou a presidente do Interact.

No Teatro Paulo Eiró, sob a orientação sensível de Guilherme de Assis, você vai explorar:

Iniciação Teatral e Jogos Teatrais, Desinibição e Comunicação, Teatro Popular, Pesquisa e Criação Artística.

Mais do que aprender técnicas, é um convite para olhar para dentro, criar laços e contar histórias — a sua história!

ONDE? Teatro Paulo Eiró – Av. Adolfo Pinheiro, 765 – Santo Amaro, São Paulo – SP
PARA QUEM? Jovens e adultos a partir de 14 anos, não é necessário conhecimento prévio da arte!
ENCONTROS: Sextas-feiras, das 14h às 17h
INSCRIÇÕES: Presenciais, na gestão do teatro.
CONTATO: +55 11 98035-4702

Projeto “Educa e alimenta”

O Interact é um programa que reúne jovens para transformar a comunidade através de ações solidárias e projetos sociais.

A presidente do Interact, Maria Clara, explica que “é com esse propósito que nasce o Educa e Alimenta: uma iniciativa que busca levar alimento e educação – por meio de palestras sobre temas como saúde, cidadania e empreendedorismo – para famílias em situação de vulnerabilidade.

Com apenas R$ 60,00 você contribui diretamente para a montagem de cestas básicas que serão destinadas à famílias da região de Itaquera.

Mais do que doar, é sobre fazer parte de algo maior. É sobre impacto, empatia e mudança. A mudança somos nós”.

Você pode fazer sua doação pelo Pix: (11) 94060-4362

@interact.morumbi no Instagram




Rotary SP Morumbi recebe visita de  rotariana na Índia

O Rotary Morumbi recebeu nesta segunda feira, dia 04/05, a visita da rotariana Fernanda Pereira, que pertence ao Rotary Club Of Margao Sunrise – GOA, na India.

Fernanda é brasileira mas reside na India há vários anos e tornou0-se associada de Rotary naquele País do sul da Ásia.


Na oportunidade houve uma troca de Flâmulas entre Fernanda e a Presidente do Rotary Morumbi, Maria de Lourdes.
texto e fotos: Leoncio Corrêa /

segunda-feira, 4 de maio de 2026

Lula vai a Washington e tem reunião com Trump



247 - A possível reunião entre o presidente Lula e o atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na Casa Branca, em Washington, passou a ser vista por bolsonaristas como um fator capaz de influenciar a disputa política em torno do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

Segundo a coluna de Igor Gadelha, no Metrópoles, aliados do bolsonarismo comemoraram a informação de que Lula deve se encontrar com Trump ainda nesta semana. A avaliação desse grupo é que a agenda poderá reduzir o impacto da tentativa de retratar Flávio Bolsonaro como “entreguista”, narrativa que o PT pretende explorar na campanha eleitoral.

Petistas querem associar o senador à proximidade da família Bolsonaro com Donald Trump. A estratégia inclui tratar Flávio como “corrupto” e “entreguista”, em uma campanha que deve adotar a defesa da soberania nacional como um de seus eixos centrais.

Nos bastidores, integrantes do PT também veem com interesse a possibilidade de Trump declarar apoio público a Flávio. A leitura é que um gesto desse tipo poderia reforçar o discurso petista sobre a relação entre o bolsonarismo e o presidente norte-americano.

O encontro entre Lula e Trump está previsto para quinta-feira, 7 de maio. Um dos temas esperados na conversa é a classificação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas pelos Estados Unidos.


O influenciador Paulo Figueiredo, aliado de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos, reagiu à movimentação e afirmou à coluna: “Vendo que o avanço da designação do CV e PCC como FTO (Organização Terrorista Estrangeira) pelo Departamento de Estado de Marco Rubio é inevitável, o ‘lobista de traficante’ está entrando em campo desesperado para ver se consegue interromper o processo através da sua relação com Trump”.

A reunião foi antecipada pelo jornal O Globo nesta segunda-feira, 4 de maio, e confirmada pelo Metrópoles. A viagem de Lula a Washington ocorre em um momento de sensibilidade na relação entre o governo brasileiro e a Casa Branca.

Segundo o relato, Trump tem dado prioridade a uma solução para a guerra com o Irã. Lula, por sua vez, mantém posição crítica à atuação norte-americana no Oriente Médio e também se coloca como crítico do governo de Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro de Israel.

A diferença de posições ganha relevância porque Trump considera Netanyahu um de seus principais aliados no conflito com o Irã. Esse cenário amplia o peso diplomático do encontro e reforça a expectativa sobre o tom da conversa entre os dois presidentes.

Ao longo de seu segundo mandato na Casa Branca, Trump também ficou marcado por episódios de confronto público com lideranças estrangeiras que criticaram sua política externa. Um dos casos citados envolve o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, pressionado por Trump e pelo vice-presidente J.D. Vance ao resistir a um acordo para encerrar a guerra com a Rússia.

Outro episódio mencionado foi o encontro com o presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, confrontado com um vídeo que apontava um suposto “genocídio branco” em seu país. Esses antecedentes aumentam a atenção sobre a recepção que Lula poderá ter em Washington.

A agenda também acontece depois de uma redução da tensão em torno do principal foco latino-americano de Trump, envolvendo a ação dos Estados Unidos contra Nicolás Maduro. Nesse contexto, o encontro entre Lula e o atual presidente norte-americano se transforma em um evento de impacto diplomático e eleitoral, acompanhado de perto por petistas e bolsonaristas.


Avião que saiu de Teófilo Otoni para SP cai em BH: Filho do prefeito de Jequitinhonha e o piloto morreram

O filho do prefeito de Jequitinhonha, Nilo Souto, Fernando Moreira Souto, de 36 anos, está entre as vítimas da queda de um avião de pequeno porte na tarde desta segunda-feira (4/5) no Bairro Silveira, na região Nordeste de Belo Horizonte.

O piloto, Wellinton de Oliveira Pereira, de 34 anos, também morreu no local. Fernando estava sentado no banco do copiloto, embora a aeronave não contasse com esse profissional.

Fernando Moreira Souto, de 35 anos, filho do prefeito de Jequitinhonha, está entre as vítimas da queda de avião em BH   © Instagram/ Gladyston Rodrigues/EM/D.A Press

O avião monomotor, que caiu em prédio em BH no início da tarde desta segunda-feira (4), saiu de Teófilo Otoni e fez parada na capital, para uma passageira desembarcar, antes de partir para o aeroporto Campo de Marte, na Zona Norte de São Paulo, segundo informações de familiares.


Segundo a Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig), três pessoas deram entrada no Hospital João XXIII. Todos os pacientes são homens e estão em estado grave. Ainda segundo a Fhemig, ainda não há informações sobre a idade deles.

A aeronave decolou às 12h16 do Aeroporto da Pampulha, com cinco ocupantes e, pouco depois, caiu e bateu em um prédio na Rua Ilacir Pereira Lima, no bairro Silveira. Duas pessoas morreram e três ficaram feridas.

Ninguém que estava no prédio foi atingido. Todos os moradores foram retirados do edifício pelo Corpo de Bombeiros pouco antes das 14h.

Investigação da Fab e da Polícia Civil

A Força Aérea Brasileira (FAB) informou que investigadores do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA) foram acionados para apurar as causas do acidente

Equipes do Terceiro Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (SERIPA III) estão no local para coletar dados, preservar elementos e levantar informações que possam ajudar na investigação.

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) também investiga as circunstâncias da queda do avião, registrada na tarde desta segunda-feira (4).

Avião que caiu e bateu em prédio de BH é de 1979 e tem capacidade para 5 passageiros; modelo é conhecido como ‘sertanejo’.  (com informações do G1 BH)

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3º Fest Vale movimenta Timóteo neste sábado (09/05)

foto do evento anterior

A cidade de Timóteo se prepara para receber, neste sábado (09/05), mais uma edição de um dos eventos mais aguardados da região: o 3º Fest Vale. A programação promete reunir música ao vivo, entretenimento e um ambiente familiar, consolidando o festival como parte importante do calendário cultural local.

O evento será realizado no bairro Santa Maria, na área de lazer Joaquim Augusto (antigo “buracão”), espaço já conhecido por sediar grandes encontros comunitários. A noite contará com shows das bandas Gertrudes, Polivalência e IA JOE, garantindo diversidade musical e muita animação para o público.

Além das atrações musicais, o Fest Vale também oferecerá estrutura completa com barracas de alimentação e área kids, proporcionando lazer para todas as idades. A expectativa é de grande participação popular, com famílias e amigos reunidos em um ambiente seguro e acolhedor.

Os ingressos do 2º lote estão sendo vendidos a R$25,00 nos seguintes pontos:

Padaria Premialy (Timirim)

Padaria Premialy (Funcionários)

Papelaria e Gráfica Ponta de Lápis (Quitandinha)

Realce Flags (Centro)

Bar e Restaurante Amarelinho (Centro Sul)

Mais informações podem ser obtidas pelo Instagram oficial do evento (@festvaletimoteo) ou pelo telefone (31) 99966-0330, com Aiton Valadares.

O Fest Vale é organizado por voluntários da Loja Maçônica Acácia de Acesita e da Fraternidade Feminina Cruzeiro do Sul. Toda a renda arrecadada será destinada a ações filantrópicas e projetos sociais, reforçando o compromisso do evento com a comunidade.

domingo, 3 de maio de 2026

Com total segurança e público recorde, Ipatinga encerra festividades com forte impacto econômico e aprovação popular

 Mais de 150 mil pessoas participaram dos quatro dias de festa, que uniram grandes shows e valorização da cultura local

Após dias intensos de celebração que reuniram tradição, cultura e grandes shows, Ipatinga encerrou, em grande estilo, a programação especial de seu aniversário de 62 anos. O evento foi concluído com total segurança para as famílias presentes, consolidando o sucesso da organização e gerando impactos positivos para a economia local, com fortalecimento do comércio, geração de renda, criação de empregos e movimentação de diversos setores.

Programação do quarto e último dia

O último sábado (2) foi marcado pela pluralidade de ritmos, reunindo atrações do pop rock ao segmento católico, com destaque para artistas locais e nacionais.

A programação começou às 12h30, na Feirarte, com a banda Caroço de Manga, seguida por Telo e Junin. Na sequência, subiram ao palco Green River (Tributo ao Creedence) e Johnny Crazy - Geraldo. O encerramento da tarde ficou por conta da banda Eclipse, às 17h.

À noite, o palco principal foi tomado por um clima de fé, emoção e conexão com o público. A cantora Ariane Subtil abriu as apresentações com um repertório envolvente, conduzindo momentos de louvor e reflexão. Em seguida, o Padre Paulo emocionou o público com uma apresentação marcada pela espiritualidade, com a exibição e bênção do Santíssimo, além de mensagens de esperança e união.

O encerramento ficou por conta da banda Anjos de Resgate, que protagonizou um show marcante do início ao fim. Com canções conhecidas e amplamente cantadas pelo público, o grupo transformou o espaço em um grande encontro de fé, com forte participação da plateia.

Impacto econômico e estrutura do evento

Mais de 150 mil pessoas passaram pelo Parque Ipanema ao longo dos quatro dias de festa, consolidando o evento como um dos maiores já realizados na cidade. Além de artistas regionais, grandes nomes nacionais passaram pelo palco - Bruno e Marrone, Fernandinho, Trio Parada Dura e Anjos de Resgate. Toda a programação foi gratuita, celebrando os 62 anos do município com ampla participação popular.

O impacto econômico foi expressivo. O aumento no fluxo de visitantes impulsionou setores como serviços, hotelaria, alimentação, transporte e comércio. Para ambulantes, feirantes e pequenos empreendedores, o evento representou uma oportunidade concreta de geração de renda.

A percepção desse crescimento também foi confirmada por quem esteve na linha de frente do atendimento. “Esses quatro dias trouxeram um movimento muito bom. As vendas cresceram bastante, recebemos muitos clientes e ficamos até surpresos com o fluxo de pessoas. Funcionamos todos os dias até às 6h da manhã para atender a todos com dedicação”, destacou Maria Luiza, representante do Bocão Lanches, no bairro Iguaçu.

O reflexo positivo também foi observado em outros setores.
“O aniversário da cidade alavanca a economia regional. Para nós, da publicidade, há uma movimentação muito positiva. Tivemos aumento de aproximadamente 40% nas vendas”, afirmou Roberto de Oliveira Terra, proprietário da Phrase Publicidade.

A presença de visitantes, inclusive de cidades vizinhas, fortaleceu toda a cadeia produtiva local. O investimento na estrutura retornou ao município em forma de movimentação econômica e arrecadação, consolidando a festividade como um importante vetor de desenvolvimento.

Para o secretário municipal de Cultura, Esporte e Lazer, Carlão Oliveira, o resultado vai além da celebração. “Encerramos os quatro dias com resultados altamente positivos. Foram mais de 150 mil pessoas no Parque Ipanema, mais de 1.500 empregos diretos e indiretos temporários gerados e impacto direto na renda de muitas famílias. Além disso, valorizamos nossos artistas regionais e oferecemos grandes shows nacionais gratuitos, com estrutura e segurança”, destacou.

Além dos resultados econômicos, o evento contou com ampla estrutura operacional e de segurança, sendo encerrado sem ocorrências.

Mais de mil profissionais atuaram ao longo dos quatro dias, incluindo 520 seguranças privados, 200 profissionais credenciados pela Polícia Federal, 320 profissionais de apoio e 160 brigadistas. A operação contou ainda com 140 profissionais de limpeza, garantindo a organização dos espaços.

Na parte técnica, cerca de 300 profissionais trabalharam na montagem da estrutura, que incluiu palco em padrão profissional, sistemas de som e iluminação, além de ambientação e áreas comerciais.

Todo o planejamento e execução contribuíram para o sucesso da festa, reforçando seu valor cultural e sua relevância econômica e social.

Balanço da gestão

A grandiosidade da celebração refletiu o compromisso da gestão municipal em promover eventos de qualidade e acessíveis à população.

Durante os quatro dias, a organização da Prefeitura de Ipatinga se destacou pelo cumprimento rigoroso dos horários, estrutura moderna e um forte esquema de segurança, com portais monitorados, detectores de metais, uso de drones e torre de vigilância.

“Encerramos essa grande festa com a certeza de que Ipatinga mostrou, mais uma vez, sua força. Tivemos ampla participação da população e de visitantes, o que demonstra a importância desse momento. Além de promover lazer e integração, um evento dessa dimensão movimenta o comércio e gera oportunidades reais. É o investimento retornando em desenvolvimento para nossa gente”, destacou o prefeito Gustavo Nunes.

A celebração dos 62 anos de Ipatinga se encerra com saldo extremamente positivo, unindo integração social, segurança e forte impacto econômico. O evento reafirma a cidade como referência cultural no Vale do Aço e fortalece o sentimento de pertencimento da população.

sábado, 2 de maio de 2026

São Paulo é eleita a cidade mais feliz da América Latina em ranking internacional

No ranking global, capital paulista deixou para trás outras cidades importantes como Nova York e Dubai

 São Paulo foi eleita a cidade mais feliz da América Latina pelo levantamento internacional Happy City Index 2026, que analisou 250 cidades de todo o mundo com foco em 64 indicadores de qualidade de vida, incluindo saúde, educação, bem-estar, inovação, acesso a serviços e equilíbrio entre vida pessoal e trabalho.

No ranking global, a capital paulista ocupa a 161ª posição, com 5.743 pontos, à frente de cidades como Nova York (207ª) e Dubai (165ª). Buenos Aires, a segunda colocada na América Latina, aparece na 189ª posição.

O índice internacional mede o desenvolvimento das cidades a partir de seis dimensões — Cidadãos, Governança, Meio Ambiente, Economia, Saúde e Mobilidade —, com base em uma metodologia que reúne 466 pesquisadores e mais de 150 mil registros de dados. Nesse conjunto, São Paulo avançou ao combinar escala, investimento e políticas estruturantes.

O resultado reflete o movimento de transformação urbana pelo qual a metrópole, de 12 milhões, vem passando. Maior cidade do Brasil e principal motor econômico do país, a cidade de São Paulo está convertendo sua força econômica em políticas públicas voltadas à qualidade de vida.

Em 2025, a Prefeitura investiu R$ 25 bilhões nessas melhorias, volume mais de 150% superior ao registrado em 2016. A saúde é um dos pilares desse avanço: 83% do financiamento da área vem do próprio município. Em uma década, a rede de Unidades de Pronto Atendimento saltou de 3 para 34, realizando mais de 7,5 milhões de consultas médicas apenas em 2025.

Na educação, São Paulo completa em 2026 o sexto ano consecutivo com fila de creches zerada, atendendo mais de 300 mil crianças de 0 a 3 anos com estrutura completa, alimentação e acesso gratuito. A rede ainda oferece transporte escolar quando necessário e amplia o estímulo à primeira infância com Bebetecas em 14 CEUs.


A agenda ambiental também contribui diretamente para o bem-estar urbano. A cidade conta com 123 parques municipais e lidera a transição energética no transporte público, com 1.259 ônibus elétricos — mais de 80% da frota desse tipo no Brasil. A iniciativa evita o consumo de 47,6 milhões de litros de diesel por ano e reduz a emissão de 109,5 mil toneladas de CO₂.

Essa combinação de infraestrutura, serviços e qualidade de vida também se reflete na ocupação dos espaços públicos. Aos domingos e feriados, a Avenida Paulista — símbolo da pujança econômica brasileira — e o bairro da Liberdade se transformam em área de convivência, reunindo famílias, artistas e visitantes — um retrato da cidade mais humana e acessível.

A força cultural e econômica da capital, maior hub financeiro da América Latina, também impulsiona o turismo e reforça a percepção de bem-estar. Em 2025, São Paulo recebeu 47,2 milhões de visitantes, crescimento de cerca de 25% em relação ao ano anterior. O faturamento do setor alcançou R$ 25,4 bilhões, com alta de 11,5%.

O calendário de grandes eventos — que incluiu festivais como The Town e Coala, a 36ª Bienal e o retorno do São Paulo Open de Tênis Feminino — consolidou a cidade como destino global. Foram 2,5 milhões de turistas internacionais, número superior ao do Rio de Janeiro, reforçando São Paulo como principal porta de entrada do turismo estrangeiro no Brasil.

A evolução de um hospital que cresceu mantendo o foco no cuidado

 

Hospital Márcio Cunha, referência em saúde, celebra mais de seis décadas de cuidado com a vida

No dia 1º de maio de 2026, o Hospital Márcio Cunha (HMC) celebra 61 anos de história. Mais do que números ou estruturas físicas, a trajetória da Instituição é feita de pessoas, de vidas transformadas e de um compromisso contínuo com a qualidade da assistência. Ao longo de mais de seis décadas, o Hospital acompanhou o crescimento do Vale do Aço e ajudou a moldar a própria história da saúde na região, tornando-se referência em atendimento, tecnologia e humanização.

Inaugurado em 1965, o Hospital Márcio Cunha nasceu em um momento decisivo para o desenvolvimento regional. A implantação da siderúrgica da Usiminas atraía trabalhadores de várias partes do país e exigia uma estrutura capaz de garantir assistência médica à população que começava a se formar na região.

A inauguração contou com a presença do então presidente da República, Humberto de Alencar Castelo Branco, simbolizando a relevância daquele projeto para o país. Na época, o Hospital oferecia serviços de média complexidade, com clínicas básicas como clínica médica, cirúrgica, pediatria, obstetrícia e ortopedia.

Quem acompanhou de perto grande parte dessa transformação foi o médico Dr. José Carlos de Carvalho Gallinari, que chegou à Instituição em 1977, atuando também como diretor do Hospital Márcio Cunha. Para ele, a evolução do Hospital é resultado de planejamento, investimento e de uma cultura institucional voltada para o cuidado. “Quando iniciei minha trajetória no Hospital, muitos casos precisavam ser transferidos para a capital mineira, pois a Instituição ainda não possuía estrutura para determinados procedimentos de alta complexidade. Com o passar dos anos, no entanto, o Hospital ampliou sua estrutura física, incorporou novas especialidades e passou a investir fortemente em qualificação profissional e tecnologia”, relembra Gallinari.

Segundo o médico, a expansão da estrutura hospitalar representou um divisor de águas na capacidade de atendimento da Instituição. A ampliação de leitos, a criação de novos serviços e a chegada de equipamentos modernos permitiram que o hospital se tornasse referência regional, oferecendo tratamentos cada vez mais avançados para a população. “O crescimento da Instituição nunca se limitou apenas à infraestrutura. O grande diferencial do Hospital Márcio Cunha sempre esteve na qualidade das equipes e no compromisso com o paciente. Fico muito feliz em ver que Hospital conseguiu crescer, se modernizar e ampliar sua capacidade assistencial sem perder o foco no cuidado humanizado”, Celebra.

Décadas depois, a realidade é completamente diferente. O Hospital Márcio Cunha se consolidou como um dos principais complexos hospitalares de Minas Gerais, com atendimento de alta complexidade e uma rede de serviços que impacta milhares de pessoas todos os anos.

Para o diretor-presidente da FSFX, Flaviano Ventorim, o Hospital Márcio Cunha se tornou um símbolo de cuidado para toda a região. Ele afirma que o impacto da Instituição ultrapassa os limites das cidades do Vale do Aço e alcança dezenas de municípios do leste mineiro. “O Hospital representa um marco no acesso à saúde de qualidade no interior de Minas Gerais. Ao longo das décadas, a Instituição evoluiu de um hospital regional para um centro de referência em diversas especialidades, oferecendo procedimentos complexos que antes só eram realizados em grandes capitais. Hoje, com mais de seis décadas, o nosso grande desafio para o futuro é continuar ampliando o acesso à medicina de alta qualidade, investir em inovação e manter o compromisso com o cuidado humanizado que sempre marcou a história do hospital”, destaca Ventorim.

Na avaliação do diretor técnico do HMC, Dr. Alexandre Silva Pinto, a trajetória do Hospital é marcada por uma evolução constante. “Ao longo das décadas, a Instituição ampliou serviços, incorporou novas tecnologias e fortaleceu equipes multiprofissionais altamente qualificadas. O Hospital Márcio Cunha passou de um atendimento focado em especialidades básicas para uma estrutura que hoje oferece recursos avançados, com tecnologia de ponta e profissionais preparados para lidarem com casos cada vez mais complexos, sem nunca perder de vista a dimensão humana da assistência. Pois, aqui a tecnologia e a humanização caminham juntas e são fundamentais para garantirem um atendimento seguro e acolhedor”, ressalta Dr. Alexandre.

O diretor de negócios do Hospital Márcio Cunha, Eduardo Blanski, destaca que alguns marcos foram decisivos para essa evolução. Entre eles estão a ampliação da estrutura hospitalar, a criação de novos serviços especializados e a constante busca por qualidade e inovação. “Hoje todas as nossas decisões são tomadas com um propósito claro que é garantir que a população tenha acesso a tratamentos cada vez mais avançados sem precisar sair da região. O maior legado do Hospital nesses mais de 60 anos está nas histórias de vida que se cruzam diariamente dentro da Instituição, seja no nascimento de uma criança, na recuperação de um paciente ou no acolhimento em momentos difíceis”, exalta Blanski.

Parte dessa história também é contada por quem acompanhou a transformação do Hospital ao longo de décadas de trabalho. A técnica de enfermagem, Aderli Alves Nepomuceno, atua há 29 anos na Instituição e testemunhou de perto as mudanças na assistência. “Pacientes precisavam ser transferidos para Belo Horizonte para realizarem exames como o cateterismo. Hoje, o Hospital dispõe de recursos tecnológicos avançados e realiza procedimentos complexos, como cirurgias cardíacas de grande porte”, relembra.

Aderli afirma que o avanço tecnológico veio acompanhado de uma mudança importante na cultura de segurança e qualidade do atendimento. “Programas de educação continuada, treinamentos frequentes e a integração entre profissionais de diferentes áreas fortaleceram o cuidado prestado aos pacientes. Cada investimento realizado no hospital retorna diretamente para quem mais precisa, que é o paciente”, conta Aderli.

Hospital Márcio Cunha sinônimo de esperança



Se para os profissionais o Hospital representa um lugar de trabalho e missão, para muitos pacientes ele se tornou sinônimo de esperança. É o caso de Elaine Cleia Veiga da Costa, (foto), moradora de Ipatinga, de 58 anos, que utiliza os serviços do hospital há mais de três décadas.

Elaine enfrentou um dos momentos mais delicados de sua vida ao passar por um procedimento de dissecção da aorta. Desde então, já viveu diferentes experiências dentro da Instituição, passando por pronto-socorro, internação, UTI, ambulatórios e exames diagnósticos. Ela costuma dizer: “Eu sou um milagre de Deus”.

Ela conta que o cuidado que recebeu no Hospital e à dedicação dos profissionais que a acompanham fizeram toda a diferença. “Se estou aqui hoje, devo muito ao cuidado que recebi e aos profissionais que nunca desistiram de mim”, afirma. Para Elaine, o que mais marca sua experiência é a sensação de ser tratada como alguém único. “Em nenhum momento me senti apenas mais uma paciente. Sempre senti que cada pessoa ali realmente se importava comigo”, relata.

Ela lembra com emoção de uma situação vivida na UTI, quando uma profissional a reconheceu anos depois de sua primeira internação. “Mesmo com tanta gente passando por ali todos os dias, ela lembrou de mim. Aquilo me marcou muito, porque mostra que cada paciente é visto de verdade”, conta a paciente.

A experiência da família também reforçou essa percepção. Elaine lembra do momento em que seu pai precisou ser internado com um quadro grave de leptospirose. Mesmo sem plano de saúde, ele foi acolhido pelo Hospital por meio do atendimento do SUS. “Aquilo mostrou para a gente que ainda existem lugares onde o cuidado com as pessoas vem em primeiro lugar”, destaca.

Histórias como a dela ajudam a explicar por que o Hospital Márcio Cunha se tornou um patrimônio afetivo da região. Ao longo de 61 anos, mais do que acompanhar a evolução da medicina, o HMC também ajudou a transformar a forma como a assistência em saúde é oferecida no interior do país. Hoje, procedimentos complexos, tratamentos especializados e tecnologias avançadas fazem parte da rotina de uma Instituição.

Sessenta e um anos depois de sua inauguração, o Hospital Márcio Cunha continua crescendo, incorporando novas tecnologias e ampliando sua capacidade de atendimento. Mas permanece fiel ao princípio que marcou sua origem: cuidar de cada vida com respeito, dignidade e humanização

sexta-feira, 1 de maio de 2026

Brasileiro do Vale do Aço, MG, morre em combate na Ucrânia após ataque com drone

 Homem era natural de Naque, no leste de Minas Gerais, mas vivia em Portugal. Ele deixou uma filha de 11 anos e morreu dias após ir para a linha de frente; família diz não ter recebido documentos nem informações oficiais.

Um brasileiro de 36 anos morreu em combate no dia 19 de abril, na Ucrânia. Natural de Naque, no Vale do Aço mineiro, Dime Wester Guilherme da Costa foi atingido por um drone enquanto estava na linha de frente, segundo relato de um sobrevivente. A morte foi confirmada pela família, que recebeu a informação 10 dias depois, nessa quarta-feira (29).

De acordo com os familiares, Dime vivia em Portugal havia cerca de nove anos, tinha cidadania portuguesa e trabalhava como auxiliar de cozinha no aeroporto de Lisboa. Ele deixou uma filha de 11 anos, que mora em Ipatinga com a mãe.

Decisão de ir para a guerra

Segundo a família, ele decidiu se voluntariar para atuar no conflito mesmo sem experiência militar. Parentes afirmam que tentaram convencê-lo a desistir da viagem, alegando falta de preparo físico, mas ele manteve a decisão.

Ainda conforme o relato familiar, Dime foi agenciado por um brasileiro, com promessas de pagamento de cerca de 30 mil grívnias, além de bônus por missões e assistência à família em caso de morte. Antes de viajar, ele disse em mensagens que queria realizar o sonho de ser militar e também “levar a palavra do Senhor” aos soldados.

A viagem até a Ucrânia foi feita por terra. Segundo a família, ele saiu de Portugal de ônibus, passou por países como Espanha, França, Alemanha e Polônia e chegou ao território ucraniano por volta de 16 de março.

Após um período de treinamento, Dime foi enviado para a linha de frente no dia 14 de abril. A partir dessa data, ele ficou incomunicável, já que, segundo a irmã, os combatentes são orientados a não levar celular para o campo de batalha.

Morte e dificuldades da família

A morte aconteceu cinco dias depois. De acordo com o relato de um sobrevivente brasileiro, Dime foi atingido quando corria em campo aberto, a cerca de 60 metros de um bunker, carregando armamento. O combatente que repassou as informações à família morreu no dia seguinte.

Inicialmente, os familiares foram informados de que o corpo teria ficado em destroços. Depois, receberam a informação de que ele caiu no local após ser atingido, sem que os colegas conseguissem fazer o resgate devido ao risco de novos ataques.

 A  família afirma que o corpo não foi recolhido e permanece em uma área de difícil acesso. Até o momento, os parentes dizem não ter recebido o contrato militar nem a certidão de óbito oficial, o que impede o início de processos para garantir os direitos da filha.

Segundo a irmã, também há dificuldades de comunicação com pessoas ligadas à equipe de voluntários. Ela afirma que recebeu respostas hostis ao pedir informações sobre as circunstâncias da morte e os procedimentos legais.   (Com informações e foto do G1)