Com ilustrações que dialogam com a leveza da infância, o livro propõe uma experiência visual rica e simbólica, focada no poder das bolhas sociais para o pensamento crítico
O livro infantil “A forma que a bolha
forma”, das autoras Tayuane Lima e Júlia Celestino, (foto), naturais do Vale do Aço
(MG), acaba de ser publicado pela editora Prosa Kids, e começa a chegar às
livrarias de todo o Brasil.
A obra apresenta a história de Levi, um menino que vive
confortavelmente em sua bolha redonda, até conhecer Aurora, que habita uma
curiosa bolha quadrada. A amizade entre os dois ganha novos contornos com a
chegada de Alex, isolado em sua bolha triangular, dando início a uma jornada
sensível sobre empatia, convivência e respeito às diferenças.
Inspirado no conceito de “bolhas sociais” e na forma como
consumimos informação atualmente. Segundo Júlia Celestino, a proposta nasceu da
necessidade de comunicar uma ideia complexa de maneira acessível, sem abrir mão
da profundidade. “Queríamos traduzir
esse conceito de forma leve, mas que ainda provocasse reflexão”, comentou
Julia.
Tayuane explica que a ideia surgiu a partir desse questionamento das autoras durante seus estudos sobre comunicação. “Ficamos, muitas vezes, presos às nossas próprias bolhas. Por isso, pensamos em trazer essa reflexão para as crianças de um modo que elas consigam sentir e entender”, completou Tayuane Lima.
Sendo assim, o livro transforma um tema complexo em uma narrativa acessível para o público infantil. Mais do que uma narrativa, “A forma que a bolha forma” convida leitores de todas as idades a refletirem sobre convivência, empatia e diversidade, com o objetivo de despertar a curiosidade pelo novo e desenvolver o pensamento crítico, mostrando que as diferenças podem ser pontes e não barreiras. O livro também está disponível para ser adquirido de forma online no site da Amazon.
Por:
Thalyta Vieira - Assessora de Comunicação

